Suicídio: há algo estranho em nós?

Não é fácil assumir o papel de protagonista quando vemos um assunto como tabu. Nesse caso, no entanto, é urgente romper o silêncio, conversar e aceitar o fato de que sabemos muito pouco

    
O PAÍS FOI SURPREENDIDO COM UM SUICÍDIO TRANSMITIDO
 AO VIVO pELAS MÍDIAS SOCIAIS HÁ DUAS SEMANAS. 

Não foi o primeiro caso em que um suicídio se tornou espetáculo e, com o avanço das tecnologias de comunicação, situações como essa podem virar rotina.
O suicídio é um problema mundial que não escolhe cultura, classe social, gênero ou idade. É uma das questões universais do ser humano que mata pelo menos uma pessoa a cada 40 segundos em todo o mundo e um brasileiro a cada 45 minutos.
Sim. A maioria das pessoas se espanta na primeira vez que toma conhecimento desses índices, pois é muito mais gente do que imaginávamos; mas o lado positivo é que, segundo a Organização Mundial da Saúde, nove em cada dez casos poderiam ser prevenidos. Muitos são portadores de doenças mentais e não têm condições de acesso a profissionais especializados; outros tantos têm uma crise e ninguém com quem contar. Com ajuda a maioria estaria viva.
Um estudo da Universidade de Campinas aponta que 17% dos brasileiros já pensaram em suicídio. Transformado em algo mais tangível pode-se dizer que são sete alunos em uma sala de aula, 35 passageiros em um avião e quase 12.000 torcedores num estádio da Copa do Mundo.
O Brasil ocupa o triste oitavo lugar no mundo em números absolutos de mortes por suicídio.
Existem algumas iniciativas públicas para tentar reduzir essa estatística, como o recente debate na Câmara dos Deputados para a formação de um grupo de trabalho para revisão das políticas públicas de prevenção do suicídio e a criação pelo Ministério da Saúde de um número para ligação gratuita, o“188”, com a finalidade de oferecer apoio emocional de emergência para prevenção do suicídio. Atualmente em operação exclusivamente no Rio Grande do Sul como fase piloto, o 188 deve ser expandido futuramente às demais regiões do país.
Ainda é pouco. Quando o assunto é prevenção de suicídio, ainda engatinhamos, pois o problema requer o envolvimento de todos.
Sim, isso diz respeito à toda a sociedade, e não somente às autoridades, pois é comum que se fuja ou se mude de assunto quando algum amigo nos procura para desabafar ou mesmo quando nossos filhos comentam em casa sobre um colega que tentou tirar a própria vida. Essas são oportunidades de melhorar a eficácia do círculo de relacionamento dos que precisam.
Não é fácil assumir nossos papéis de protagonistas quando vemos o assunto como um tabu. É urgente romper o silêncio em torno do suicídio, conversar sobre o assunto, aceitar o fato de que sabemos muito pouco a respeito, de que todos estamos suscetíveis e que existe prevenção. Estimular as faculdades de saúde a tratarem do tema em sala de aula, implantar programas confiáveis de desenvolvimento de habilidades sócioemocionais desde a infância, incluindo capacitar os professores a prestarem atenção aos sinais de seus alunos e oferecerem ajuda. Estimular as empresas a inserirem o tema em SIPATs e os pais a não se furtarem de conversar abertamente sobre a questão.
"Ao menos uma pessoa tira a própria vida a cada 40 segundos em todo o mundo e um brasileiro a cada 45 minutos"

Dizer que sim seria simplificar a questão e lavar nossas mãos diante dos fatos.A cada novo fato “espetacular”, surgem novos culpados. As mídias sociais e a crise econômica são os mais recentes, mas podemos realmente colocar esses dois fatores no banco dos réus?
As mídias sociais digitais são ferramentas disponíveis a quase todas as pessoas e podem ser bem ou mal utilizadas. Não são elas as responsáveis pela espetacularização do fato, mas sim as pessoas que se utilizam desse meio dando um “compartilhar” em um vídeo desses e transformando o sofrimento e a perda de uma vida em show.
Utilizar as redes para divulgar um ato de suicídio, ainda mais com detalhes e imagens, é o oposto da prevenção; é esquecer a pessoa que sofre e satisfazer alguma necessidade pouco nobre. Por outro lado, utilizar as redes para identificar sinais de alerta em conhecidos e oferecer ajuda, é fazer bom uso da tecnologia. Um exemplo interessante foi o Facebook ter criado, no ano passado, um recurso pelo qual um usuário pode alertar o administrador que um conhecido seu dá sinais de ideação suicida. E, nesses casos, o Facebook alerta essa pessoa que alguém está preocupado com ela e oferece opções de ajuda, inclusive com os contatos do CVV.
Esse pode ser o início de um processo para evitar o suicídio. A ajuda emergencial pode ser obtida por meio de um atendimento do CVV, que em seus 55 anos de atuação gratuita na prevenção do suicídio entendeu que as pessoas precisam ser acolhidas e aceitas nos momentos de crise, de sensação de solidão ou forte angústia, e não criticadas, cobradas ou julgadas.
Também a crise econômica não pode ser considerada totalmente culpada. Pode-se dizer que são raríssimos os casos, para não afirmar que são inexistentes, em que a tentativa de suicídio possui uma única motivação.
A pessoa é levada ao suicídio pelo acúmulo de situações com seus sentimentos por vezes insuportáveis. É usual que haja um fator desencadeante, como se fosse a gota d’água em um copo cheio, que a leva à sensação de total impotência e desespero.
Dificuldades financeiras, assim como guerras, ditaduras e outros cenários críticos podem ser fatores de pressão externa e “adicionar água ao copo” de muitas pessoas. Cada pessoa tem um limite próprio e reage de maneira diferente aos mesmos estímulos, o que leva à necessidade comum a todos nós de encontrarmos maneiras de “esvaziar o copo” antes que chegue na borda. Para isso, cada um que se importa com a vida pode ser um recurso.

Fonte: VEJA - Por Robert Gellert Paris Junior /  lustração por AlphaDog 

11 maneiras de devolver um aspecto novo às suas coisas velhas


A amizade mais sincera e pura que existe



Os benefícios dos animais de estimação para as crianças.

Quem tem animal de estimação sabe a diferença que a presença dele pode trazer ao ambiente. Os peludos acabam se tornando membro da família e são inúmeros os benefícios que podem trazer. Mas, e quando o assunto envolve o convívio com crianças, será que os animais continuam sendo uma boa companhia?

Algumas pesquisas da Universidade de Melbourne – Austrália apontaram que as crianças que tiveram algum tipo de animal até a idade de cinco anos, posteriormente se tornaram mais resistentes a algumas doenças. Enquanto isso, aquelas que não tiveram a experiência de ter um animalzinho de estimação, estavam mais propensas a desenvolver alergia e infecções de ordem respiratória. Outro estudo comprova que problemas respiratórios começam a se desenvolver na adolescência. O fato de respirar o pó de casinhas de cachorros e até pelos de gatos, demonstraram que o organismo humano desencadeia uma proteção natural conta o vírus RSV, responsável por diversas infecções e problemas respiratórios.
Conheça alguns benefícios que os animais podem trazer às crianças.

  • Responsabilidade

Ter um animal requer cuidados e estes cuidados, orientados pelo adulto, estimulam a autonomia e a responsabilidade. Cuidar da limpeza do bichinho e do seu habitat, cuidar da sua alimentação, medicá-lo quando necessário, também favorece o desenvolvimento do vínculo afetivo e a lidar com os mais diversos sentimentos, da frustração à alegria e até a morte. E nesta relação entre a vida e a morte que o animal de estimação tem um papel muito importante, a criança aprende a lidar com a perda, com a dor.

  • Relacionamento

A partir da convivência com animais, a criança aprende a se relacionar com as outras pessoas, desenvolvendo a sensibilidade, a observação, a compreensão e os sentimentos de solidariedade, generosidade, zelo, afeto, carinho e respeito.

  • Desenvolvimento físico

Os animaizinhos também podem ser fortes aliados no desenvolvimento físico das crianças através de brincadeiras e exercícios. Os cães, por exemplo, exigem caminhadas diárias, isso pode incitar a criança a fazer passeios e jogos ao ar livre.

  • Saúde

Além do afeto, os animais também podem produzir outros benefícios para a saúde. As terapias assistidas por animais são capazes de promover melhoras físicas, sociais, emocionais e cognitivas humanas. Os animais são indicados para pessoas com deficiências sensoriais (cegos e surdos), dificuldades de coordenação motora (ataxia), atrofias musculares, paralisia cerebral, autistas, portadores de Síndrome de Down, distúrbios comportamentais e outras afecções.

 Fonte: SOS-Casa de Acolhida

Para te emocionar...


"Quando penso que na vida tudo aprendi...Descubro na pureza de uma criança que nada SEI.." -Leda Fênix



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Dicas engenhosas de como utilizar sua esponja

A espoja além de ser usada na cozinha tem inúmeras outras utilidades. Confira no vídeo dicas engenhosas de como usá-la.


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9 Utilidades Diferentes das Esponjas de Cozinha 

Você sabia que o utensílio mais básico da sua cozinha tem utilidades por toda a casa? As esponjas podem até ter sido criadas para limpar manchas e ensaboar pratos, mas possuem também muitas outros usos que desconhecemos.


1. Remova bolinhas das suas blusas.
As esponjas que têm um lado mais áspero, de cor verde, podem ser ótimas para dar uma 
renovada nas roupas que criaram aquelas bolinhas irritantes. Esfregue a parte verde da 
esponja na peça, bem suavemente, e veja como ela vai parecer nova! 

2. Mantenha suas plantas bem regadas.
Se você colocar uma esponja no fundo do vaso, ela vai absorver o excesso de água quando 
você rega a planta. Isso impede que as raízes apodreçam por causa da umidade,
além de criar uma reserva de água, caso você esqueça de regar a planta um dia ou outro. 

3. Remova pêlos de cães ou gatos do tapete.
Uma esponja úmida é a única coisa que você precisa para tirar o pêlo dos seus bichinhos 
das fibras do seu tapete. Molhe a parte verde da esponja e passe com força por todo o tapete, 
do centro para as bordas.

4. Faça uma compressa de gelo que não goteja.

Embeba uma esponja macia em água, coloque em um plástico "zip" e deixe no congelador. 
Se um dia precisar de uma compressa de gelo, use a esponja assim mesmo, dentro 
do saco plástico, para evitar que a água escorra enquanto derrete. 
A esponja assim também é ótima para gelar alimentos e bebidas durante uma viagem: é só 
colocar o saquinho dentro do isopor ou bolsa térmica. 

 
5. Proteção para objetos frágeis.

Se você está empacotando objetos frágeis como, por exemplo, uma tigela de cerâmica ou 
coleção de estatuetas, coloque pedaços de esponjas em volta dos objetos dentro da caixa, 
bem como nos cantos. A esponja amortece qualquer possível impacto, protegendo 
os seus bens. 

6. Absorva a chuva.
Coloque uma esponja dentro do porta guarda-chuvas para proteger o fundo contra
 a umidade e mofo. É muito mais fácil jogar fora e substituir a esponja quando 
necessário do que ter que limpar esse acessório com frequência. 

7. Faça o seu próprio removedor de esmalte

Em vez de usar pedaços de algodão ou pagar mais caro pelos removedores em esponja, 
você pode fazer o seu próprio em casa! Retire a parte verde e áspera da esponja 
de cozinha, coloque a parte macia dentro de um frasco com tampa e coloque 
o removedor lá dentro. Lembre-se de fechar bem o pote bem depois de usar o produto.
Assim, o removedor vai durar muito mais tempo. Fácil, não? 

8. Proteja superfícies contra arranhões.
Antes de colocar um vaso ou objetos pesados em cima da sua mesinha de antiquário ou 
outros móveis de valor, cole alguns pedaços de esponja no fundo para reduzir 
o impacto de eventuais batidas e arranhões

9. Facilite a pedicure.
Faça diversos cortes na esponja e use-a para colocar entre os dedos dos pés, evitando
 estragar o esmalte na hora de pintar as unhas. 


Fonte: TudoPorEmail

O Hoje é um presente dado para você


"Você acha que este é só mais um dia na sua vida?
Não é só mais um dia. É o único dia que é dado para você, HOJE.
É dado para você! Um PRESENTE.
Aprenda a reagir com gratidão como se fosse o primeiro dia da sua vida e ao mesmo tempo o último."

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Seria tão bom se pudéssemos...


''...Costurar o tempo, bordando em cima dos erros para que
eles sumissem. Costurar as pessoas que gostamos pertinho.
Costurar os domingos, um mais perto do outro.
Costurar o amor verdadeiro no peito de quem a gente ama.
Costurar a verdade na boca dos seres.
Costurar a saudade no fundo de um baú para que ela de lá não fuja.
Costurar a autoestima bem alto, pra que nunca ela caia.
Costurar o perdão na alma e a bondade na mão.
Costurar o bem no bem e o bem sobre o mal.
Costurar a saúde na enfermidade e a felicidade em todo lugar
e ir costurando a vida, um pouquinho de esperança em cada dia
e muita coragem em cada ser humano."
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